Microfranquia oferece serviços de digitalização de documentos

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Microfranquia oferece serviços de digitalização de documentos 150 150 Super Anfitrião

Os sócios Fred Ferreira e Cícero Costard perceberam que as empresas gastam muito tempo e dinheiro com arquivos em papel. Em 2002, eles abriram um negócio de digitalização de documentos em Barueri, região metropolitana de São Paulo.

Os sócios Fred Ferreira e Cícero Costard perceberam que as empresas gastam muito tempo e dinheiro com arquivos em papel. Em 2002, eles abriram um negócio de digitalização de documentos em Barueri, na região metropolitana de São Paulo.

Hoje, os empresários têm uma rede de microfranquias que transformam a papelada em arquivos digitais. “Muitas empresas estão precisando disso, principalmente fora de São Paulo. Então a ideia da franquia e do ramo de atividade veio para suprir a necessidade do cliente”, afirma o franqueador Fred Ferreira.

A digitalização evita o gasto de papel, e ainda facilita a consulta de documentos. Os dados podem ser acessados de qualquer dispositivo conectado à internet.

“Muitas empresas estão precisando disso, principalmente fora de São Paulo”

De acordo com a Associação Brasileira de Franchising, o segmento de microfranquias de comunicação, informática e eletrônicos é o terceiro em número de redes e representa 13,3% do setor.

“A gente tem o objetivo de ter 80 unidades até o final do ano”, prevê Ferreira. Atualmente, a empresa conta mais de 20 franqueados pelo Brasil.

O investimento para adquirir uma microfranquia de digitalização vai de R$ 25 mil a R$ 55 mil. O faturamento médio de cada unidade é de R$ 10 mil a R$ 12 mil por mês.

Para começar, é preciso apenas um computador e um scanner que cabem numa bolsa. São três modelos de franquia: o franqueado pode trabalhar em casa; em outra empresa já existente, sem que haja vínculo comercial; ou em um escritório específico.

O franqueado Mário Zuchieri montou o negócio no meio do ano passado e já tem um retorno acima da média faturando de R$ 15 mil a R$ 20 mil por mês. “Gastei cerca de R$ 30 mil reais, no total, entre franquia e estrutura. Nós temos hoje seis clientes fixos e clientes esporádicos”, afirma.

A empresa cobra por documento digitalizado. Depois, o cliente paga uma mensalidade que depende do espaço de armazenamento necessário. Os planos variam de R$ 49 a R$ 189 reais por mês.

Entre os clientes da franquia está uma empresa de serviços de recursos humanos com 2,5 mil colaboradores. São cerca de 50 mil folhas de contratos, fichas de funcionários e editais.

O empresário Ted Cunha, dono do negócio, contratou a franquia para digitalizar toda a documentação e pagou R$ 0,15 por folha de papel digitalizada e arquivada. Agora, em segundos, é possível consultar um documento de qualquer departamento da empresa. Basta digitar uma palavra ou um número.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2014/03/microfranquia-oferece-servicos-de-digitalizacao-de-documentos.html

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